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Sobre Nós

Convidamo-lo a descobrir mais sobre a nossa missão, os nossos valores e o trabalho que desenvolvemos no panorama cultural português. A Orquestra afirma-se como uma referência na promoção da música erudita, pautando a sua atuação pela excelência artística e por uma identidade que conjuga tradição e inovação. Com uma programação diversificada e acessível, procura aproximar diferentes públicos da música, contribuindo para a formação de novos espectadores e para a valorização cultural.

Assume um papel ativo na democratização do acesso à cultura, através de iniciativas pedagógicas e projetos de proximidade, reforçando o seu impacto a nível regional e nacional.

Discografia

A discografia da Orquestra das Beiras inclui, entre outros registos, orquestrações do compositor João Pedro Oliveira sobre Lieder de Schubert, a Missa para Solistas, Coro e Orquestra de João José Baldi e as 3.ª e 4.ª Sinfonias de António Victorino d’Almeida, sob a direção do próprio compositor.

A discografia da orquestra integra ainda colaborações com músicos de vários estilos musicais, nacionais e internacionais, abrangendo desde repertórios de música Clássica e álbuns de música pop/rock sinfónico.

Primórdios

A Orquestra das Beiras deu o seu primeiro concerto em 15 de Dezembro de 1997, no aniversário da Universidade de Aveiro. Com mais de 28 anos de atividade, tem vindo a afirmar-se de forma crescente no panorama musical nacional e internacional. Criada no âmbito de um programa governamental destinado a estabelecer uma rede de orquestras regionais, nasceu da ambição e conjugação de vontades de várias instituições e municípios da região das Beiras (centro de Portugal), que se uniram para constituir a Associação Musical das Beiras.

Nos seus primórdios de atividade, a casa da Orquestra das Beiras localizava-se no coração de Aveiro, no Parque da Macaca, um espaço rodeado de natureza que proporciona um ambiente particularmente inspirador para a prática musical. Foi neste contexto que a orquestra começou a desenvolver o seu repertório, abrangendo obras que vão desde o Século XVII ao Século XXI.

A Orquestra tem atribuído especial atenção à interpretação de música portuguesa, quer ao nível da recuperação do património musical, quer à execução de obras dos principais compositores do século XX e XXI, com grande empenho na apresentação de estreias absolutas.

Itinerantes nos estilos musicais

A Orquestra das Beiras é hoje uma formação de referência no meio musical, com crescente projeção nacional e internacional. Integra 31 músicos altamente qualificados das secções de cordas, sopros e percussão. Formados em instituições de prestígio e com vasta experiência internacional, distinguem-se pela excelência interpretativa, versatilidade artística e pela capacidade de dialogar com diversos públicos e áreas musicais. Ao longo das suas carreiras, colaboraram em numerosos projetos musicais com grandes mestres da música clássica, mas também com notáveis artistas de outras áreas musicais.

Ao longo do seu percurso, colaborou com alguns dos mais prestigiados artistas nacionais e internacionais, como os tenores José Carreras, Andrea Bocelli, Carlos Guilherme, bem como outros nomes maiores de um largo espectro musical: Ala dos Namorados, Bernardo Sassetti, Capitão Fausto, Camané, Carlos do Carmo, Carminho, Cristina Branco, Cuca Roseta, Danças Ocultas, Dulce Pontes, Gilberto Gil, Gisela João, Ivan Lins, Jafumega, James, Janita Salomé, Luís Represas, Maria João, Mário Laginha, Mariza, Paulo de Carvalho, Paulo Flores, Ricardo Ribeiro, Rui Reininho, Rui Veloso, Vitorino, Xutos & Pontapés, entre tantos outros.

Itinerantes no território

Durante o seu desenvolvimento marcou presença em importantes festivais de música em Portugal e no estrangeiro, como o Festival de Guyenne (França), o Festival de Mérida (Espanha) e o Concurso Internacional de Piano de Ferrol (Espanha).

A orquestra tem-se apresentado em salas de grande prestígio, como o Centro Cultural de Belém (CCB), o Coliseu dos Recreios, em Lisboa (incluindo atuações com o Cirque du Soleil), o Coliseu do Porto (Promenade Concerts), o Teatro Nacional de São Carlos, o Teatro São Luiz, o Teatro Aveirense, o Teatro José Lúcio da Silva, o Teatro Viriato, o Theatro Circo, entre outros, interpretando grandes concertos, óperas e bailados.

Datas Marcantes

A Orquestra das Beiras, realizou o seu primeiro concerto no dia 15 de dezembro de 1997. No ano seguinte, em 1998, participou no seu primeiro festival internacional, o Festival de Guyenne, em França. Em 1999 lançou o seu primeiro CD, 5 Orquestras de Canções de Schubert, da autoria de João Pedro Oliveira.

Em 2020, a orquestra viu a sua atividade suspensa devido à pandemia de COVID-19. Em 2022 celebrou o seu 25.º aniversário e, no mesmo ano, foi-lhe foi atribuído o estatuto de utilidade pública.

Mais recentemente, em 2024, a instituição mudou para uma nova sede, iniciando um novo ciclo com a nomeação de uma nova Direção Executiva e Artística.

Parcerias Institucionais

Desde a sua criação, a Orquestra das Beiras tem contado com o apoio fundamental da Direção-Geral das Artes (DGArtes) e do Ministério da Cultura, que constituem, até aos dias de hoje, as principais fontes de financiamento e suporte institucional da sua atividade.

Similarmente, a Universidade de Aveiro e a Câmara Municipal de Aveiro têm desempenhado um papel essencial no desenvolvimento e consolidação da orquestra prestando um apoio contínuo ao longo do seu percurso.

Para além destas entidades, é crucial salientar as parcerias estabelecidas com diversas instituições do setor musical e educativo, como o Conservatório de Música da Fundação Calouste Gulbenkian, o CMAD – Conservatório de Música de Artes do Dão e o Conservatório de Música da JOBRA, entre outras organizações que colaboram na promoção e desenvolvimento da atividade musical.

Importa também referir o contributo das instituições e municípios da região das Beiras que integram a Associação Musical das Beiras (AMB), cuja participação foi determinante na fundação da orquestra e continua a ser fundamental para o seu crescimento e afirmação cultural.